Censura, Crusoé, Combustíveis, Caminhoneiros
Olá você ! Acaba de sair o resumo semanal das principais notícias publicadas nos 15 maiores jornais diários e nas 10 maiores revistas semanais do mundo inteiro.
De novidade, introduzimos o resumo rápido das notícias em apenas uma letra, a letra que mais marcou as manchetes que ganharam destaque durante a semana.
Lendo as últimas revistas nacionais e internacionais, percebi que os assuntos mais falados e que precisam estar no nosso radar de leitura (quanto ao impacto direto ou indireto em nossas vidas) são:
Notícias que foram destaques e precisam ser monitoradas quanto aos seus impactos posteriores e quanto a possíveis novas ocorrências semelhantes, dentro da premissa jornalística de que o futuro está escrito no passado.
Também percebi um padrão interessante na maioria das manchetes e destaques jornalísticos da semana. Eles podem ser resumidos em uma única letra – a letra C, conforme demonstrado abaixo:
- Censura
- Crusoé
- Caminhoneiros
- Cem pessoas mais influentes do mundo
- Caminho das perdas financeiras das estrelas da Tecnologia Atual
A Revista Veja dessa semana aborda em sua capa o tema:
O Brasil e as liberdades.
Ela relata e comenta dois episódios recentes que demonstram que o país enfrenta embaraços para lidar com questões relacionadas ao tema liberdade.
No Judiciário -Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, e no Executivo -Bolsonaro e Guedes foram mencionados pela revista como personagens de episódios que chamaram a atenção do público e da Mídia.
O primeiro envolvendo o que foi chamado de “censura” contra a Revista Crusoé e o segundo, o enrosco envolvendo aumento anunciado pela Petrobrás, desautorizado inicialmente pelo Presidente Bolsonaro.
O Supremo Tribunal Federal, o guardião da Constituição, sentindo-se atingido por uma reportagem publicada por dois sites de notícias, o ministro Dias Toffoli, presidente do STF, reagiu pedindo providências ao seu colega Alexandre de Moraes, que decidiu simplesmente censurar os dois veículos sob a alegação — falsa, aliás — de que a matéria jornalística era um “típico exemplo de fake news”.
Tal evento colocou em pauta dois conceitos, liberdade de imprensa e censura no Brasil.
O presidente Jair Bolsonaro, proibiu a Petrobras de aumentar o preço do óleo diesel, entrando em confronto direto com o espírito liberal da equipe económica.
O ministro Paulo Guedes, para tornar o assunto ainda mais caricato, encontrava-se em Washington no mesmo dia, tentando convencer os executivos do FMI de que o Brasil está, desta vez, colocando-se firmemente no rumo do liberalismo económico.
Um mal-entendido atrás do outro, segundo a revista, cujos desdobramentos serão sentidos nesses próximos dias.
A economia dos apps é o tema de capa da revista Exame que afirma:
5,5 milhões de brasileiros ganham dinheiro com aplicativos de produtos ou serviços.
Por trás dos apps estão empresas bilionárias que mudam a forma como trabalhamos, compramos, nos locomovemos e nos divertimos.
O que ganhamos — e o que perdemos — com essa revolução?
Lendo a reportagem, me lembrei de uma conversa com uma pessoa muito inteligente, que antevendo o futuro, me chamou a atenção para o que vem por aí para substituir a tecnologia do apps. Você já parou para pensar nisso?
Numa primeira e rápida olhada no conteúdo da Revista, procurando pelos brasileiros mais influentes, me deparei com o presidente Bolsonaro na lista. Li seu perfil descrito por um importante editor da revista e conclui que ele considera o atual presidente brasileiro:
“Jair Bolsonaro é um personagem complexo.
Depois de três meses como presidente do Brasil, ele representa uma ruptura brusca com uma década de corrupção de alto nível e a melhor chance do Brasil em uma geração de implementar reformas econômicas que possam domar a dívida crescente.
O ex-oficial do Exército também é um garoto-propaganda da masculinidade tóxica, um homofóbico ultraconservador que pretende travar uma guerra cultural e, talvez, reverter o progresso do Brasil no combate às mudanças climáticas.
Mas o fascínio por seu apetite por controvérsias obscurece uma verdade importante sobre seu país: o Brasil continua sendo uma democracia dinâmica, com instituições robustas que limitarão tanto o bem quanto o mal que ele poderia causar.
Se ele quiser fazer alguma coisa, Bolsonaro terá que aprender a trabalhar dentro desse sistema, para cortar os acordos necessários para avançar sua agenda um passo de cada vez.
O tempo dirá se ele tem flexibilidade e resiliência de caráter que precisará.” Versão em português do Google Tradutor.
Para encerrar esse post de maneira mais inspiradora deixo você na companhia de um bom Jazz para ser ouvido nos seus momentos de trabalho, estudo e até de relaxamento – Ouça :
Dancers in Love. Uma música que mostra o lado do grande Duke Ellington como pianista solo. Uma homenagem dele à sua grande amante na vida, a dona Música.
Genial, como mesmo sem o acompanhamento tradicional de uma orquestra, ele conseguiu um super arranjo especial: usando um estalar de dedos feito por ele mesmo.
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